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terça-feira, 15 de março de 2011

As mordidas

Texto para pais - As mordidas...

Enquanto não aprende a falar direito, é comum a criança recorrer a atitudes nem sempre aceitáveis, como dar mordidas, para expressar sua insatisfação.

A  carinha de anjo, o sorriso encantador. Mas, de repente, quando contrariado, aquele doce de criança não titubeia: avança e morde. E o pior sem nenhuma restrição ao alvo de seus ataques, o que significa distribuir mordidas para quem quer que seja, da avó ao amiguinho.
Esse tipo de atitude costuma escandalizar os pais, principalmente os primeiros viagem, mas é muito normal na faixa de idade entre um e dois anos.
Sem saber se expressar verbalmente com desenvoltura, a garotada acaba recorrendo a tapas, empurrões, puxão de cabelo e principalmente dentadas, para demonstrar seu descontentamento com alguma situação.
Muitas vezes a fase da mordida coincide com a entrada na escola ou escola com a chegada de um irmãozinho.
Em ambos os casos, forçado a compartilhar brinquedos e atenção –  o que pode ser demais para quem estava acostumado, até então, a ser alvo de todos os olhares e a Ter seus desejos imediatamente atendidos, o baixinho reage aos conflitos com dentadas no braço, na mão e até no rosto do amiguinho ou irmão.

O quê fazer???

Apesar de  esse tipo de comportamento não durar muito tempo – é uma fase passageira – não pode deixar de ser reprimido, claro.
Na maioria das escolas, a atitude tomada é mostrar que a mordida machuca o colega e não deve ser repetida. Mas não são apenas as explicações que ajudam a pôr fim nessa mania. O “troco” que a criança recebe quando avança na outra e que vem na forma de tapas ou mordidas, também serve para mostrar que ela passou dos limites.
Em casa, é aconselhável que os pais sigam a atitude da escola e reajam com firmeza.
Mesmo nos casos em que a criança morde fraquinho, fazendo graça, é importante conter o riso e dizer de forma enfática, sem necessidade de gritar que mordida dói.
Se o pequeno insistir na “técnica”, o mais indicado é recorrer a conversa, deixando a criança sentada pôr alguns minutos longe das brincadeiras com os outros – o que é suficiente para indicar que papai e mamãe estão descontentes.
Aos poucos, com o tempo e com um maior domínio da fala, a criança tende a trocar as mordidas pelas palavras, num enfrentamento mais verbal do que físico.
Muito raramente, ela vai continuar mordendo depois dos três anos, quando já aprendeu a se comunicar melhor.
( Ceres Alves de Araújo, psicóloga )



sábado, 12 de março de 2011

Cursos

Cursos EAD SEDIN pelo site: http://www.sedin.com.br/

Cursos a distância pelo site http://www.cetsp.gov.br/ 

Para aprimorar seus conhecimentos cursos gratuitos pelo site http://www.fgv.br/fgvonline

terça-feira, 1 de março de 2011

Quadro de estudos e acompanhamento para evolução funcional

Evolução Funcional dos professores da rede municipal de ensino da cidade de São Paulo: quando do ingresso no serviço público, o servidor tem seus vencimentos salariais atrelados em uma das referências do QPE(quadro dos Profissionais da Educação). Evolução funcional é a passagem de uma para outra referência de vencimentos imediatamente superior. A primeira evolução poderá ser solicitada após o cumprido o estágio probatório de 03 anos de efetivo exercício.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Quebra-cabeça de frutas



Recursos utilizados:
papelão
cola branca
tesoura
tinta (guache, plastica,etc)
sulfite
régua

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Dominó de Frutas


O jogo Dominó de frutas irá desenvolver nas crianças a capacidade de observação e atenção onde também poderão assimilar os nomes das frutas trabalhadas no jogo.

Material utilizado na confecção do jogo:
Papelão cortado no tamanho 8cm x4cm
Folha de papel sulfite
cola branca
tesoura
régua
desenho das frutas

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Bom início de aulas!



Lição de Ano Novo!

Aprendemos que, por pior que seja um problema ou situação, sempre existe uma saída.
Aprendemos que é bobagem fugir das dificuldades. Mais cedo ou mais tarde, será preciso tirar as pedras do caminho para conseguir avançar.
Aprendemos que perdemos tempo nos preocupando com fatos que muitas vezes só existem na nossa mente.
Aprendemos que é necessário um dia de chuva para darmos valor ao Sol, mas se ficarmos expostos muito tempo, o Sol queima.
Aprendemos que heróis não são aqueles que realizam obras notáveis, mas os que fizeram o que foi necessário e assumiram as conseqüências dos seus atos.
Aprendemos que, não importa em quantos pedaços nosso coração está partido, o mundo não pára para que nós o consertemos.
Aprendemos que, ao invés de ficar esperando alguém nos trazer flores, é melhor plantar um jardim.
Aprendemos que amar não significa transferir aos outros a responsabilidade de nos fazer felizes. Cabe a nós a tarefa de apostar nos nossos talentos e realizar os nossos sonhos.
Aprendemos que o que faz diferença não é o que temos na vida, mas QUEM nós temos. E que boa família são os amigos que escolhemos.
Aprendemos que as pessoas mais queridas podem às vezes nos ferir. E talvez não nos amem tanto quanto nós gostaríamos, o que não significa que não amem muito, talvez seja o máximo que conseguem. Isso é o mais importante.
Aprendemos que toda mudança inicia um ciclo de construção, se você não esquecer de deixar a porta aberta.
Aprendemos que o tempo é precioso e não volta atrás. Por isso, não vale a pena resgatar o passado. O que vale a pena é construir o futuro.
O nosso futuro ainda está por vir.
Então aprendemos que devemos descruzar os braços e vencer o medo de partir em busca dos nossos sonhos.